O que fazer em Elvas?
Elvas tem inúmeros equipamentos culturais, salientando-se o Coliseu José Rondão Almeida (6500 lugares) e quatro Museus: de Arte Contemporânea, de Arte Sacra, Militar e da Fotografia. A monumentalidade de Elvas é muito valiosa: Aqueduto da Amoreira, Fortes da Graça e de Santa Luzia, Muralhas Seiscentistas, Castelo, Igrejas e património militar edificado são os expoentes de uma visita turística aconselhável.
Perto de Elvas poderá ainda deliciar-se com um passeio a Monsaraz, Barragem do Alqueva, Castelo de Alandroal, Marvão, Alter do Chão.
Paixão por Cavalos
O Hotel D. Luis tem disponíveis programas que incluem alojamento e actividades relacionadas com cavalos, todos para 3 dias/ 2 noites ideais para escapadinhas ao fim de semana:
Dias Românticos em Passeio de Charrete | Experimente pela Primeira Vez | Conheça Elvas a Cavalo
Tiro aos Pratos no Clube de Tiro de Elvas
Praticar tiro aos pratos. Não será uma das modalidades mais radicais e emotivas que existe, mas ninguém disse que tudo na vida era pôr a adrenalina aos pulos. Além disso, é um óptimo motivo para se passar um fim-de-semana com um grupo de amigos. (...) O Clube de Tiro situa-se no complexo desportivo de Elvas. É aí o ponto de encontro. E não é preciso esperar muito tempo para se começar a disparar. Fonte: Lifecooler
Percursos Pedonais em Elvas e Pontos de Interesse
Aqueduto da Amoreira
O Aqueduto da Amoreira aparece-nos sempre, em parceria com as fortificações, como o grande símbolo de Elvas. A sua construção deveu-se aos problemas de abastecimento de água que a cidade há muito padecia. É uma obra com 7054 metros da amoreira até à muralha, percorre depois 450 metros até à fonte da vila, no Largo da Misericórdia onde a água jorrou pela primeira vez em 1622. Os 1113 metros que leva a percorrer o vale de S. Francisco são efectivamente de grande beleza. Quatro ordens de arcos com 31 metros de altura, suportados por contrafortes e gigantes de várias formas. Chega a ter galerias subterrâneas a passar pelos 6 metros de profundidade. Tem em todo o seu percurso 843 arcos. A seguir a Francisco de Arruda a direcção das obras passou por Afonso Álvares, Diogo Marques e Pêro Vaz Pereira. Foi uma obra onerosa e demorada. Desde o “real d’água” até à multa de 10 cruzados para quem faltasse à procissão do Corpo de Deus, tudo revertia para a obra.Os elvenses tudo fizeram para a concluir.
Fonte: Câmara Municipal de Elvas
 
Forte de Santa Luzia
Situado na parte sul da praça de Elvas, a cerca de 400 metros da Porta de Olivença onde existia uma ermida de Santa Luzia. Começou a ser construído em 1641 e foi concluído em 1687. O forte forma um quadrado de 150 metros e é constituído por diversos baluartes, revelins, coroas e outras obras militares. Ao centro tem um fortim do qual se eleva a casa do governador. A porta principal para o segundo plano da fortaleza é bem característica do séc. XVIII passando-se por uma porta levadiça. Sobre a porta encontra-se uma lápide onde se sobrepõe o escudo das armas portuguesas. Tal como o Forte da Graça e os restantes fortins o forte fazia parte da estrutura defensiva da cidade.
Fonte: Câmara Municipal de Elvas
Praça da Republica
É o centro de todo o centro histórico elvense. Nela se encontram a Igreja de Nossa Senhora da Assunção (antiga Sé), casas apalaçadas com vários séculos de existência. Quando foi elevada a cidade no reinado de D. Manuel I, muitas obras se efectuaram, levando a cidade a sede de bispado e a ser considerada a quarta maior cidade do país no final do séc. XVI. Uma das obras efectuadas foi a abertura da Praça Nova depois da construção da Sé. A partir daí a Praça Nova ganha importância e passa a ser o centro de vida da cidade. Em 1886 passa a chamar-se Praça do Príncipe D. Carlos e em 1910 passa a Praça da Republica e é hoje um local de passagem obrigatória para o turista.
Fonte: Câmara Municipal de Elvas
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